
Certificado de Dedetização
Documento técnico com produto, registro, dosagem, validade e responsável técnico.
Ver o serviçoPrograma contratual B2B
MIP não é dedetização com mais frequência. É um programa em que a aplicação química é o último recurso, e não o primeiro.
Na dedetização avulsa, a lógica é reativa: apareceu a praga, aplica-se o produto. No manejo integrado, a lógica é preventiva e escalonada. Primeiro se atua sobre as condições que permitem a infestação — armazenamento, resíduo, umidade, vedação, fluxo de recebimento. Depois se instala monitoramento para detectar pressão antes que ela vire infestação. Só então, e apenas onde os indicadores mostram necessidade, entra a aplicação química.
O resultado prático é uma queda importante no volume de produto aplicado, com controle mais estável ao longo do ano. Para quem trabalha com alimento, isso não é apenas preferência: é requisito.
O outro produto do MIP é o histórico. Cada visita gera registro por ponto de monitoramento, com data, técnico, ocorrências e ações. É esse conjunto que sustenta auditoria de cliente, certificação e fiscalização sanitária.
Nem todo imóvel precisa de contrato. Estes cenários justificam o programa.
Restaurante, cozinha industrial, padaria, mercado, indústria e centro de distribuição precisam demonstrar controle contínuo, não pontual.
Fornecedor de rede varejista e de grande cliente precisa apresentar histórico auditável, com registro por ponto e por visita.
Galpão, condomínio de grande porte, hospital e escola têm zonas de risco distintas, que exigem periodicidade e método diferentes entre si.
Imóvel que volta a apresentar infestação a cada poucos meses precisa de monitoramento para identificar a origem da pressão.
Vizinhança com terreno baldio, feira, área de lixo, córrego ou galeria mantém pressão que a aplicação avulsa não segura.
Contrato com visitas programadas substitui a sequência imprevisível de atendimentos emergenciais.
O contrato começa com um diagnóstico, não com uma aplicação.
Levantamento completo das áreas, classificação por grau de risco e identificação das condições que favorecem infestação.
Instalação de estações numeradas e de dispositivos de captura, posicionados em planta conforme o tipo de área e a pressão observada.
Lista das correções estruturais e de procedimento — vedação, armazenamento, resíduo, drenagem — com prazo e responsável definidos.
Inspeção em periodicidade definida, com leitura de cada ponto, registro de ocorrências e aplicação apenas onde os indicadores justificarem.
Emissão de relatório por visita e revisão periódica dos indicadores, ajustando periodicidade e método conforme a tendência observada.
Periodicidade e escopo definidos conforme o tipo de operação e a exigência do setor.
Para quem trabalha com alimento, a diferença aparece justamente na hora da fiscalização.
Atendimento avulso gera um certificado por visita, sem série histórica. Auditoria pede tendência, não fotografia isolada.
Aplicação pontual não corrige armazenamento, resíduo, vedação e drenagem — que são as condições que sustentam a infestação.
Sem monitoramento, o problema só é detectado quando já é infestação, e o custo do atendimento reativo é muito maior que o da prevenção.

Documento técnico com produto, registro, dosagem, validade e responsável técnico.
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Estações lacradas, numeradas e mapeadas em planta, com registro de consumo por visita.
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MIP documentado com pontos numerados em planta, relatório por visita e histórico auditável.
Ver o serviçoNão. O modelo é obrigatório na prática para quem manipula alimento, mas se aplica bem a condomínio, escola, hospital, galpão e qualquer imóvel com área extensa ou pressão externa constante.
Em residência, o contrato faz sentido quando há histórico de reincidência ou vizinhança de alto risco.
Depende do tipo de operação. Indústria de alimentos e cozinha industrial: mensal ou quinzenal. Restaurante e mercado: mensal a trimestral. Condomínio e escola: trimestral. A definição sai do diagnóstico inicial.
Sim. Cada visita gera relatório com leitura por ponto de monitoramento, ocorrências identificadas, ações executadas e recomendações pendentes. O histórico fica disponível para auditoria e fiscalização.
Inclui atendimento prioritário para ocorrências entre visitas programadas. As condições — prazo de resposta e cobertura — são definidas no contrato.
Usa. A aplicação passa a ser dirigida pelos indicadores de monitoramento, em vez de ser feita por calendário. Na prática, isso reduz de forma consistente o volume aplicado ao longo do ano, com controle mais estável.
Mande uma foto pelo WhatsApp ou ligue no plantão. Um técnico identifica a praga, explica o tratamento indicado e fecha o valor na hora, sem visita de vendedor.